Nada,
nem mesmos os medos,
as vontades, os menores e maiores segredos.
Nada,
todos os sorrisos,
toda minha infância, juventude,
Um pouco de toda minha vida.
As bobagens, coisas sérias,
as vertigens, as frescuras...
[não como verdura, bombons de canela,
odeio atrasos, mas sempre me atraso...]
Enfim...
até as mentiras eu já te contei...
Nada te deixei sem saber,
mais que o meu pensamento,
é o meu testamento.
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário