Pela pressa, pelo jeito,
a descrença e a falta de jeito.
Pelo silêncio que incomoda,
e o grito quase quase mudo.
Vizinho do acaso nosso destino se teimava,
distante da calma, nosso carinho sublimava,
ali, se ia o amor,
ali, seria o Amor...
ali partia do porto o amor,
que fica à deriva e levanta vôo,
que se aquieta,
que toma outra forma e tenta renascer...
Disfarça-se todas as manhãs em novos ninhos,
em novas cascas, canta diferente, brilha diferente,
mas é velho,
é vencido,
mesmo sem deixar vencer-se,
adoece-se e adoece-me,
corrompe-me, mas eu gosto...
Um Troço assim que chamamos amor,
ele me cativa, e d'Ele cuido muito bem.
Não quero trocas, nem valores de volta,
os meus já se foram por poucos trocados,
eu já fui trocado. (e isso faz parte do amor?)
Cuidemo-nos uns dos outros, isso me parece mais com amor,
do que de fato amar, da forma que é o amor.
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Assinar:
Postagens (Atom)