Vou correr
de todo medo,
sempre cedo
todo dia.
dias e dias inteiros,
noite acordado e medo.
Vou fugir
de toda insegurança,
eu sei que sou criança
mas não quero encarar
por isso fujo.
Pois na fuga habita minha liberdade,
É lá que está toda a minha vontade.
Na fuga da ferida ainda aberta,
no frio que permite coisas belas.
no medo não habitam meus segredos,
Por isso fujo,
tarde ou cedo.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
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2 comentários:
essa vontade seria schopenhaueriana ou prosaica mesmo?
belas linhas!
na página de recados da toscano.
com efeito, nem sempre se sabe até onde as cirscunstâncias nos chegam ou nos levam. deveras!
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